O que nos torna um ser humano nas visões de Tolstói e Maquiavel?
O mal da Filosofia e poesia, é porque é preciso muita interpretação para entender o que de fato o poeta ou o pensador filosófico disse de fato, por causa da linguagem e termos usados.
Retratando o pensamento de Lev Nikolaevitch Tolstoi, que foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores de todos os tempos. Nascido em 1828, em uma família aristocrática, Tolstói é conhecido pelos romances Guerra e Paz (1869) e Anna Karenina (1877), muitas vezes citados como verdadeiros pináculos da ficção realista. Mas também se destacou por escrever algumas peças e diversos ensaios filosóficos. Sobre questões de conflitos e confrontos entre os seres vivos e humanos, na arte da sobrevivência e exploração e domínio dos bens físicos, sentimentais e da e propriedades privada no controle da paz entre os humanos, ele fez uma pequena citação, que até levanta o debate sobre o que nos torna humanos, isto é, diferente dos animais irracionais, na qual, a palavra "dor tem dois sentidos, Tolstói disse: "Se você sente dor, você está vivo. Se você sente a dor das outras pessoas, você é um ser humano."
Ele demonstrou duas fases da dor, a dor física e a dor sentimental, que bate com o pensamento do italiano Nicolau Maquiavel, pai da Ciência Política, que seu famoso livro 'O Príncipe' ele disse que o homem é um mau de nascença, mas as oportunidades e interesses pessoais ou de um grupo, sobre o controle dos dos demais humanos na visão de domínio de Poder (Estado) Maquiavel contrário o amor pregado por Jesus, que disse sua "verdade vos libertará" dessa maldade pecaminosa, o filosofo afirmou que: "O homem é mau por natureza, a menos que precise ser bom.” O ser bom aí, seria o estado egocêntrico e oportunista, não um ato de sentimentos de uma ética e moral na visão de se qualificar como ser humano de fato, como rezava o mestre Tolstói.
Seguindo essas essas visões maquiaveliana e tolstóiquina, quem provoca a dor nas outras pessoas, é o quê, um humano, explorador de sentimentos e trabalho, ou um predador natural da racionalização, social e mental da Psicologia da opressão humana?
Na visão do pensador, sentir as dores dos outros é no contexto, "sentir empatia e compaixão", diferente de tomar as dores dos outros para si? Isso seria o mesmo que dizer; ajudar mais doque o necessario acima do que a pessoa pode suportar? Em uma guerra, você ajudaria o seu rival inimigo a matar você e os demais da sua tropa de combate?
Essa lógica de sentir a dor do outro denota qualidade de ser bom e não mau por natureza?
Tem quem diga, na arte da competição natural e nos valores individuais e proteção de si e dos seus que lhe rodeiam em circunstâncias de dependência social econômica, e nos interesses pessoais, sentir dor dos outros é um ótimo caminho para o fracasso. Conforme reza Maquiavel, que disse: "Aquele que é bom o tempo todo, está fardado ao fracasso, perante os maus." Nesse caso do persamento da utopia da paz; onde vemos a humanidade quase toda em guerras diversas: Você seria bom sentido a dor dos seus parentes, e dos desprovidos de direito ou não? Você sentia a dor de um filho do asssassno do seu filho após o mesmo ser abatido em troca de tiros com a polícia?
O que é que nos torna humanos? A empatia, os valores morais? Sendo assim, um psicopata que, por natureza, detém de uma falta de empatia patológica, é considerado um ser humano?
Para Maquiavel a humanidade precisa ser controlada pelo Estado de Coisa organizada pelo bem de todos, mesmo que seja preciso fazer o mal contra os rebeldes que afronta a sociedade e seu líder. Para Tolstói o ser humano só seria humano de fato se for dotado de piedade, pois ao sentir dor demonstra ser igual ao animal irracional, mas na demonstração de piedade, sentindo a dor do seu próximo, como a lógica de Jesus: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" é o que nos torna um ser humano.
Qual a sua opinião? Comente aí...
Por Martins da Cachoeira
O Gari Poeta Filosófico

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