Preconceito linguístico: A Gramática e os "iluminados doutores"
Nem todos os que escrevem e fala bem tem visão do mundo real, pensamentos lógicos e críticos. Ter o domínio da Gramática não te faz um ser iluminado e super inteligente. Os morador de favelas, comunidade carentes e de alguns regiões do nosso país sofrem muito preconceito nas redes sociais e de forma presencial, recendo rejeição e ataques, levando nomea de alfabetos, "burros" e desprovidos de inteligência, por não ter a mesma forma linguística, ou domínio da escrita.
A prova de que a forma culta da língua portuguesa, não te faz um ser inteligente, o iluminado douror sem doutorado, é que muitos com diplomas elevados são iluminados por políticos oportunistas, enganados por charlatães do campo religioso, ludibriados por gentalha do movimento sindical, do mundo dos negócios e do comércio, ou melhor, de todo campo social e econômico onde há interesses de se dar bem a troco de tudo. A prova disso é as famosas pirâmides financeiras e as pseudo-empresas e jogos que pregam a ilusão de ganhar dinheiro fácil roubando os investidores de ilusão, que acreditam na “simpatia” dos criminosos e jogam o seu dinheiro no lixo, querendo ter mais luxo.
Todos os paraibanos e até a imprensa nacional sabe muito bem que Campina Grande-PB foi alvo desses espertos. Mas o engraçado é que os desprovido de falar e escrever bem que moram nos bairros do Pedregal, Jeremias, Ramadinha, Catingueira, Bairro da Glória e outros, não se deixaram enganar por esses malandros gramaticais. Foram os diplomados jornalistas, gente famosa, empresários e muitos da elevada classe Social e Econômica que aceitaram a utópica visão do “Tonhinho da Braiscompany" que provou na prática que riqueza, falar e escrever bem em ordem gramatical não te faz inteligente em tudo e pra tudo. Com eloquência fretou, "Tonhinho" despertou o sentimentalismo dos otários com ddiploma ginásio, acadêmico, e se brincar, até doutorandos levaram uma rasteira da mágica de fazer aparecer dinheiro em pé de espinheiro, que hoje estão arrependidos por ter um pesadelo achando que era um sonho de conto de fadas, porem, o fardo da decepção carrega até agora.
Vamos deixar “Tonhinho” e os sonhadores pra lá. Veja que é preciso ver que, o domínio da escrita e da retórica, não abre a mente de ninguém para sair da caverna do mundo de manipulação, onde a produção, o consumo exagerado e a sede pelo ter para ser o que nunca serão faz parte da sua razão de viver, achando que será um eterno consumidor do tudo por nada, sendo às vezes um nada em um todo.
Essa falta de lógica domina até os letrados que se acham os doutores intelectuais, por escrever e falar bem melhor do que os pobres desprovidos de diplomas, os compositores e criticas das favelas que conhecem melhor da Sociologia da Pobreza e da Riqueza do que os professores da Língua Portuguesa com sua Gramática embriagada. Muitos desse orgulho do sabe tudo, porque terminaram os seus estudos, ficam nas redes sociais querendo dar uma de professore de Textualização da Metodologia Científica, em que não cursor sequer os Ensinos Fundamental, Médio ou Acadêmico, oriundos do câncer da Escolas Pública brasileira, e querendo corrigir quem escreve ou fala errado do padrão da Gramática, rejeitam o seu pensamento, opinião ou visão de mundo, porque o cara não escreve como um aplicativo ou programa robotizado da Inteligência Digital e Artificial do mundo moderno, porque até professores de Gramática também erram em usar jargões popular no seu dia a dia.
A Gramática e o domínio da Linguagem perfeita exigem muita decoreba, com a arte da memorização sistemática.
Escrever e falar bem, não te faz um bom pensador, nem um crítico social realista. Mas a Internet é cheia de professores de Gramática da burrice, que ficam com uma palmatória na mão, querendo de forma dura e ditatorial corrigir quem fala e escreve fora das regras da erudição doutrinária do Magistério.
Isso é normal entre muitos nobres chrios de cancha, se chama preconceito linguístico, que é uma formalidade doentia de discriminação social que consiste em julgar o indivíduo pela forma como ele se comunica, seja oralmente, seja por escrito. O parâmetro desse julgamento é a chamada norma culta: quanto mais distante dela, mais criticado (e rebaixado) é o falante pelos orgulhosos fanatismo, e pseudointelectuais. Essa tendência maluca, leva uma pessoa que terminou seus estudos normalmente se tornar oposição ao que acha ser errado na esfera do mundo que ele fez parte, sendo as vezes esse erro que faz oposição é o certo, ou a certeza de cada ser que não tiveram a oportunidade que fez parte do seu ser.
Eu sou autodidata, não tive a oportunidade de seguir o caminho da regra do magistério normal na Educação Pública, mas vejo muito luxo no lixo, e muito lixo no luxo do orgulho do não saber o que de fato é ser pra viver.
Resumindo; falta de humildade faz o burro forte não respeitar a serpente, que não tem a mesma força, porém tem mais agilidade na arte predatória da defesa natural do viver real. Tua Gramática não te faz um feiticeiro social para fazer a boa mágica da gramática do respeito e do bom viver!
Por Martins da Cachoeira
O Gari Poeta Filosófico

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