Drogas nas mensagens de músicas românticas brasileira

Não sei se sou supra-realista, só sei que o sentimentalismo e cultura musical hodierna, me segue e me contagia um pouco, mas o ser realista é predominante dentro de mim.

Tenho visto de um tempo pra cá, que muitos poetas, cantores, compositores que são adoradores do amor nas novas músicas românticas, em nosso país, deveriam procurar um tratamento psicológico ou ser punidos por trafico de droga verbal e sentimental. Não cantam o amor, mas a humilhação do ser amado, com um amor não realizado, na vida do escravo desse amor cancerígena sentimental, que induz  o mesmo a loucura, podendo até servir para o incentivo indiretamente a prática do feminicídio ou violência entre casais que tem rompimento de núpcias.

As mensagens transmitidas são por eles (as), só reduzem o homem ou a mulher ao estado de lixo humano, sentimental e emocional. Faz o ser racional se sentir dependente de outro ser para ser feliz e viver nesse zoológico romântico, das paixões e infames de um mundo que aparenta ser infanto-juvenil, mas são de adultos que vivem em desordem mental. Que nos tratam como meros objetos de valor, ou sem valor algum, para servir de meio de realização pessoal de algumas pessoas, que também tem, e querem sua própria realização sentimental, às vezes, sem compartilhamento desse amor que tem dentro de si, mas não recebe uma gota de quem diz ser seu amado ou amada.

Acredito que esse amor louvado por esses poetas e cantores marginais ultramodernos, da chamada sofrência e bregadeira, é uma patológica doença mental, ou melhor, uma droga nociva ao cérebro humano, pois rebaixa o usuário a estaca zero, e joga no lixo do subconsciente todo nosso  ser consciente que se torna dependente.

Os primeiros que deveriam fazer tratamento ou “ser punidos” por essa produção e reprodução dessa droga de romantismo moderno, seriam uma parte dos remanescentes filhos da MPB que cuspiram em cima da essência musical, a jovem Mari Fernandes, Pablo e companhia, só Marília Mendonça escaparia porque já se foi, mas Roberto Carlos ainda se encontra conosco.

Desculpe se magoei alguma  pessoa! O desabafo é apenas uma opinião de um poeta realista e sentimentalista, que valoriza a humanidade que não deve ser escrava da indústria fonológica musical brasileira, e uma contumaz consumidora de esquizofrenia melódica instrumental e musical.


Por Martins da Cachoeira

O Gari Poeta Filosófico 


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