O macaco filho pródigo
O macaco filho pródigo
Eu tinha um macaquinho
Que era muito esquisito
Pensando em evoluir
Fugiu de casa querendo ser bonito.
Ele era cheio de leseira
Se portava como danadão.
Só andava em toda carreira
Sem querer caiu na bagaceira.
Certo dia quando voltou pra casa
Bem de longe ouvi o seu grito
Porque o danado se sentou
No meio do formigueiro
E deu-lhe uma coceira
Bem no olho do furico.
Para voltar ao estado natural
O insolente criou um espírito
Mais não deixou de sentir o cceira
Bem no olho do seu furico.
Por Martins da Cachoeira
O Gari Poeta Filosófico

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