O padre ateu

O padre ateu 

Um padre me convidou 
Pra sua igreja visitar 
Porém quando lá cheguei 
Ele veio se confessar.

Disse que não acredita 
No Deus supremo 
Tão pouco na virgem  Maria 
Fingia ser um crente 
Para manter suas regalias. 

Veio colocar a mão na minha cabeça
Pra fazer prece e oração
Porém eu rejeitei
Porque hipocrisia de crente 
Eu não admito não. 

Perguntei pra ele 
Porque não rejeita a batina
E revela sua visão 
Ele logo me disse 
Que ser padre para o mesmo
Era pura profissão. 

Que se deixasse a batina 
Iria perder seus status, 
Sua boa, boa vida 
E seu meio de ganha pão. 

Que celebrava as missas 
E todas celebrações
Sem ter crença e fé
 Mas na canônica  teologia
Sempre deu um pontapé. 

Por Martins da Cachoeira

O Gari Poeta Filosófico 





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